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AGRO EM ALTA

Governo oferecerá mais de R$ 340 bilhões para produtores rurais no novo Plano Safra; valores entram em vigor em julho

O programa do governo federal prevê o direcionamento de recursos públicos para financiar e apoiar a agropecuária nacional

29 de junho de 2022
19:56
Fertilizantes Itaú (ITUB4) Plano Safra
Fertilizantes - Imagem: Divulgação

O governo federal subiu em 36% a cifra reservada para financiamento a produtores rurais na próxima safra agrícola, que começa oficialmente no dia 1º de julho. O Plano Safra 2022/23 prevê R$ 340,9 bilhões em crédito rural, contra R$ 251,2 bilhões anunciados para a safra 2021/22

O maior incremento virá da oferta de crédito com taxas de juros de mercado, que deve chegar a R$ 145,18 bilhões, uma alta de 69% em comparação ao ofertado no ciclo que se encerra na próxima quinta-feira (30).

Vale relembrar que o programa do governo federal prevê o direcionamento de recursos públicos para financiar e apoiar a agropecuária nacional e os pequenos, médios e grandes produtores do país.

Do total de recursos, R$ 246,28 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, alta de 39% em relação ao ano anterior. Outros R$ 94,6 bilhões serão para investimentos.

Plano Safra prioriza atendidos por programas governamentais

Na definição das taxas de juros a serem cobradas dos produtores, o priorizou os beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

Veja abaixo os valores destinados à cada categoria e novas taxas de juros:

  • Pronaf: R$ 53,6 bilhões; as taxas de juros serão de 5% ao ano - para produção de alimentos e produtos da sociobiodiversidade - e de 6% ao ano para os demais produtos;
  • Pronamp: R$ 43,7 bilhões e juros de 8% ao ano;
  • Demais produtores e cooperativas: R$ 43,75 bilhões e taxas de 12% ao ano.

Nesta safra, produtores rurais poderão optar pela contratação de financiamentos para investimentos a taxas de juros pós-fixadas.

Atendendo a uma demanda do setor financeiro, o governo também elevou de 50% para 70% o porcentual das captações por Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) que poderão ser destinadas à concessão de crédito por meio de títulos do agro, como CPR, CDCA e CRAs.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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