🔴 3 ações para LUCRAR com a SELIC em alta: clique aqui e descubra quais são

2020-01-05T13:05:55-03:00
Estadão Conteúdo
Caso Ghosn

Oficiais japoneses dizem que Ghosn teria recebido julgamento justo

Autoridades do Japão fazem os primeiros comentários públicos sobre a fuga de Carlos Ghosn do país: “ele procurou evitar a punição por seus próprios crimes”.

5 de janeiro de 2020
13:05
Carlos Ghosn
Carlos Ghosn, ex-presidente do grupo Renault-Nissan. - Imagem: Shutterstock

Os primeiros comentários públicos de autoridades japonesas sobre a fuga do ex-presidente da Renault-Nissan Carlos Ghosn indicam que ele teria recebido um julgamento justo e que teria fugido do Japão porque não queria pagar o preço por seus delitos.

"O réu Ghosn quebrou sua própria promessa de que definitivamente compareceria perante o tribunal e fugiu do país. O que isso mostra é simples: ele não queria se submeter ao julgamento dos tribunais de nossa nação e procurou evitar a punição por seus próprios crimes ", disse o vice-procurador de Tóquio Takahiro Saito. "Não há espaço para justificar tal ação".

Até este domingo, 5, nenhum funcionário do governo japonês responsável pelo caso Ghosn, que fugiu de Tóquio na última segunda-feira, 30, havia comentado o assunto, deixando o campo aberto para o ex-presidente da Nissan Motor Co. e seus defensores atacarem o sistema judiciário.

Ghosn disse, em 31 de dezembro, que foi "mantido refém por um sistema judicial japonês fraudulento, onde se presume culpa, a discriminação é desenfreada e direitos humanos básicos são negados".

Um de seus advogados de defesa, Takashi Takano, disse no sábado, 4, que os réus no Japão não recebem um julgamento justo, em parte porque os suspeitos podem ser mantidos por semanas ou meses atrás das grades para interrogatórios sem a presença de um advogado.

Ghosn foi preso no Japão em novembro de 2018, acusado de ocultar parte de seu patrimônio. Ele ficou meses na prisão até conseguir, em um acordo de US$ 14 milhões (cerca de R$ 56 milhões), migrar para a prisão domiciliar. Apesar de as acusações da promotoria japonesa terem sido feitas 13 meses atrás, ainda não havia perspectiva de um julgamento em Tóquio.

Comentários
Leia também
OS MELHORES INVESTIMENTOS NA PRATELEIRA

Garimpei a Pi toda e encontrei ouro

Escolhi dois produtos de renda fixa para aplicar em curto prazo e dois para investimentos mais duradouros. Você vai ver na prática – e com a translucidez da matemática – como seu dinheiro pode render mais do que nas aplicações similares dos bancos tradicionais.

QUEDA DAS COMMODITIES

Dieta dos carboidratos: XP inicia cobertura de Camil (CAML3) e M. Dias Branco (MDIA3) — saiba qual a preferida

Com a baixa nos preços das commodities, a XP inicia a cobertura de empresas no segmento de carboidratos; com recomendação diferentes para Camil e M. Dias Branco

CAOS EM CRIPTO

Coreia do Norte está por trás do ataque que roubou US$ 100 milhões da ponte do ethereum (ETH)? Entenda

Após o Lazarus ser considerado responsável pelo maior golpe hacker da história das criptomoedas na rede do Axie Infinity, empresas acusam o país asiático de ter financiado o ataque na plataforma Horizon

EXILE ON WALL STREET

O preferido nas eleições: Confira três dicas para se garantir na briga pela última vaga do G4

Por aqui, a Terceira Via perdeu o timing da candidatura, de modo que nos resta apenas mais do mesmo, seja com Lula ou com Bolsonaro

PENSANDO NO FUTURO

Plano de expansão? Entenda por que a Via (VIIA3) quer levantar até R$ 600 milhões com emissão de debêntures

Com o dinheiro, a Via (VIIA3) prevê pagar despesas relacionadas à abertura de novas lojas da rede, incluindo reformas e compra de imóveis

UNINDO FORÇAS

Fleury (FLRY3) compra Hermes Pardini (PARD3) e cria gigante no setor de saúde; veja os detalhes

Juntos, Fleury (FLRY3) e Hermes Pardini (PARD3) têm 487 unidades de atendimento e 24 áreas técnicas em 12 Estados e o Distrito Federal

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies