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Dados da Bolsa por TradingView
2019-12-03T14:52:36-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.

Emergentes registram aporte de US$ 20,3 bilhões em novembro

Investimentos seguiram concentrados no mercado de dívida. No ano, ingressos em portfólio somam US$ 261,3 bilhões

3 de dezembro de 2019
14:48 - atualizado às 14:52
mercados emergentes
Imagem: Shutterstock

Mais um mês de fluxo positivo para os investimentos em ações e dívida de países emergentes. Nas contas preliminares no Instituto Internacional de Finanças (IIF), o ingresso em portfólio foi de US$ 20,3 bilhões, seguindo US$ 24,9 bilhões em outubro.

Segundo o IIF, os fluxos seguem em recuperação depois das retiradas vistas em agosto, em meio ao maior otimismo com algum progresso na guerra comercial entre Estados Unidos e China (que andou algumas casas para trás nesta terça-feira).

No acumulado do ano, os emergentes já atraíram US$ 261,3 bilhões, montante US$ 70 bilhões superior ao registrado em igual período de 2018, mas US$ 90 bilhões menor em comparação com os 11 primeiros meses de 2017.

Para o IIF, essa recuperação de certa forma modesta de fluxos em um ambiente de juro baixo pode ser explicada pela já elevada posição que os investidores montaram nesses mercados ao longo dos últimos 10 anos.

No mês passado, o mercado de dívida seguiu concentrando recursos, com ingressos de US$ 15,9 bilhões. Na conta de ações, destaque para a China, já que os fluxos para o país dobraram para US$ 8,2 bilhões em comparação com outubro. Para os demais emergentes, novembro marcou um saque de US$ 3,9 bilhões do mercado de ações.

O IIF também tem uma medida ampliada de fluxo estrangeiro, considerando captações bancárias e investimento direto. Os dados referentes ao mês de outubro mostram saída líquida de US$ 23,4 bilhões em outubro, menos que os cerca de US$ 34 bilhões perdidos em setembro. A China continua respondendo por mais de 50% dessa fuga de capital (US$ 14 bilhões).

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