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2019-06-07T18:45:38-03:00
Estadão Conteúdo
Mudanças no sistema tributário

Proposta de Cintra sobre contribuição patronal pode impactar reforma, diz Rolim

Cintra apresentou a ideia de criar um novo imposto sobre qualquer tipo de pagamento e, em compensação, fazer uma desoneração total e permanente dos tributos que as empresas pagam sobre a folha de pagamento

29 de abril de 2019
12:20 - atualizado às 18:45
O economista Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal do governo Bolsonaro e ex-presidente da Finep
Marcos Cintra, secretário especial da Receita Federal - Imagem: Pedro França/Agência Senado

O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, disse ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que a proposta do secretário de Receita, Marcos Cintra, de eliminar a contribuição previdenciária sobre a folha de pagamento, pode impactar na discussão da reforma da Previdência. Ele ponderou, no entanto, que a equipe econômica ainda deve avaliar a ideia aventada por Cintra e que a estratégia cabe ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao Broadcast no início deste mês, Marcos Cintra apresentou a ideia de criar um novo imposto sobre qualquer tipo de pagamento e, em compensação, fazer uma desoneração total e permanente dos tributos que as empresas pagam sobre a folha de pagamento.

"Esse tema não é um tema que a gente deva conversar agora, até onde sei são estudos da Receita", disse Rolim, nesta segunda-feira, 29. "É possível que sim (que tenha impacto na discussão da reforma) porque trata do custeio da Previdência", declarou.

Ele lembrou que a medida enviada ao Congresso não aborda o custeio patronal, mas a situação do trabalhador, especialmente do regime geral.

Rolim declarou que não é possível afirmar qual seria o impacto da desoneração da folha no sistema de Previdência Social. "Não tenho como falar isso, até porque, é preciso entender do ministro qual é a estratégia, se vai apresentar agora ou se ainda é um estudo que não passou pela análise dele. A gente não sabe concretamente se vai avançar, quando vai avançar", disse, pontuando que a estratégia cabe ao ministro Paulo Guedes e ao presidente Jair Bolsonaro.

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