Menu
2019-09-11T12:29:10-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
nos ares

Força Aérea Brasileira recebe o primeiro caça sueco Gripen

Primeiro modelo a ser fabricado no Brasil deve ficar pronto em 2023 e contará com um diferencial: dois lugares

11 de setembro de 2019
10:22 - atualizado às 12:29
Homem olhando para o céu.
Imagem: Shutterstock

Um grupo heterogêneo de cerca de 200 pessoas aguardava ansioso na tarde desta terça-feira, 10, o desenrolar de uma projeto que começou em 2014: o primeiro caça Gripen da Força Aérea Brasileira (FAB).

O contrato, assinado há cinco anos, atravessou três governos e a recessão brasileira. No total, serão 36 aeronaves, que devem começar a operar no País a partir de 2021. O primeiro modelo a ser fabricado no Brasil deve ficar pronto em 2023. O Gripen contará com um diferencial: dois lugares.

Parte do acordo prevê a transferência de tecnologia da fabricante sueca Saab para o Brasil. Segundo o brigadeiro Valter Borges Malta, do Comando da Aeronáutica, o pacote inclui armamentos e dará ao Brasil a possibilidade de projetar seus próprios modelos de caças no futuro.

Com os suecos

São 200 brasileiros trabalhando no projeto do Gripen na sede da empresa sueca. A expectativa é que, quando a produção dos aviões de combate estiver operando no Brasil, o País se torne uma plataforma de venda dos caças aqui fabricados para outros governos.

Um dos possíveis interessados no Gripen é o governo da Colômbia. Além do Brasil, a Saab também tem contratos com Indonésia, África do Sul e República Tcheca, entre outros.

Com a crise e o corte de gastos do governo, no entanto, apenas cerca de metade do R$ 1,1 bilhão previsto para o programa este ano foi liberado.

O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, reconheceu que as perspectivas de recursos não são positivas, mas que o ministério tentará reverter a situação.

Veja a foto do caça Gripen brasileiro

Primeiro caça Gripen da FAB / Divulgação Saab - Imagem: Saab/ Divulgação

*Com Estadão Conteúdo 

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

Contas analisadas

CMN aprova balanço do Banco Central no 2º semestre de 2019, com lucro de R$ 64,5 bilhões

Com os R$ 21,04 bilhões de lucro no primeiro semestre, o resultado total do ano para a instituição em 2019 foi de R$ 85,57 bilhões

Novidade na área

Caixa confirma parceria om Visa em cartões

Acordo marca o primeiro negócio fechado pelo banco público para constituir um braço de meios de pagamentos

Ano trágico

Vale tem prejuízo de US$ 1,7 bilhão em 2019; provisões e despesas por Brumadinho chegam a US$ 7,4 bilhões

A Vale fechou 2019 com um prejuízo bilionário, fortemente pressionada pelas provisões relacionadas ao rompimento da barragem em Brumadinho — efeitos que superaram em muito os ganhos relacionados à valorização do minério de ferro no ano

Gigante do varejo

Carrefour registra lucro líquido a controladores de R$ 636 milhões no 4º trimestre de 2019

Resultado representa uma alta de quase 20% na comparação com o mesmo período do ano anterior

Adiou de vez

Bolsonaro confirma envio de reforma administrativa só depois do carnaval

Presidente disse que a reforma administrativa está “madura”, embora ainda não esteja pronta

Na ponta do lápis

Vale, SulAmérica, Carrefour e B2W: os balanços que movimentam o mercado no pré-Carnaval

Na maratona de balanços anuais de 2019, novos peso-pesados do mercado anunciaram seus números

Retorno maior com juro baixo

Menos liquidez, mais diversificação: como os clientes ricos do Itaú andam investindo

Com juro baixo, clientes private do Itaú vêm reduzindo alocação em renda fixa pós-fixada e migrando para ativos com mais risco de mercado ou liquidez, como ações, multimercados e investimentos de baixa liquidez.

Seu Dinheiro na sua noite

Hoje tem recorde do dólar?

Tem, sim senhor. Em mais um dia sem a presença do Banco Central no mercado, a moeda do país de Donald Trump tirou tinta dos R$ 4,40, mas perdeu um pouco de força e fechou aos R$ 4,391, alta de 0,60%. A alta recente do dólar, um movimento que na verdade começou lá em agosto […]

Sem alívio

Mais uma sessão, mais um recorde: dólar segue em alta e chega pela primeira vez aos R$ 4,39

O mercado de câmbio continuou pressionado pelo coronavírus e pela fraqueza da economia doméstica. Nesse cenário, o dólar à vista ficou a um triz de bater os R$ 4,40, enquanto o Ibovespa caiu mais de 1% e voltou aos 114 mil pontos

Ele fica

Ministro chama de ‘maior mentira’ história de pedido de saída de Guedes

Ruído sobre eventual saída do titular da Economia do governo se espalhou pelos mercados nesta semana

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements